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15/08/2019

Hoje iniciou-se o curso Percepções Sistêmicas na Escola Paulista de Magistratura, fruto do nosso trabalho iniciado em 2017, com o primeiro módulo “Um novo olhar para a Justiça”.

Gostaria de agradecer ao Desembargador Ferreira Alves e a Dra Vanessa Aufiero da Rocha pelas excelentes exposições. Às amigas e companheiras de trabalho Janaina M Vieira e Marisa Santos Souza Marisa Santos Souza Petkevicius e ao amigo Fernando Cattelan Cordeiro!

E a todos os participantes: meu muito obrigado!

O início do curso foi 07/08, no dia 21/08, teremos o segundo módulo.


02/07/2019

Valéria Perez do Instituto THEM, participou  no dia 14/06/2019 da 1ª Jornada Sistêmica de Santos com a palestra “Mediação Transformativa Sistêmica e a postura do mediador”.


09/06/2019

Marta Marioni e Violeta Daou participantes da Equipe Justiça em Círculo no lançamento do livro “ Práticas Restaurativas: um novo olhar para o conflito e a convivência”  ocorrido no dia 09/06, na Escola Alfa, SP.


21/05/2019

Violeta Daou atuando na Implementação de Práticas Restaurativas  na Fundação Marista- Curitiba/PR em 21/05/2019.


06 e 07/05/2019

Valeria Pérez, do Instituto THEM, participou do III Congresso de Direito Sistêmico acontecido em Maceió, AL, nos dias 06 e 07/05 apresentando a palestra “ A Mediação Sistêmica no Judiciário e a Postura do Mediador”. Grande oportunidade de troca e aprendizados!


21/10/2018

Célia Bernardes, Violeta Daou ( Instituto THEM/ Justiça em Círculo) e Socorro Pelaes ( Juíza de Execução Penal do Amapá) participaram da I Comissão de Justiça Restaurativa – desafios e oportunidades evento realizado no ISCSP Instituto Superio de Ciências Sociais e Políticas, em Lisboa, Portugal.


23/04/2018

Celia Bernardes, Marta Marioni e Violeta Daou, estarão em Toronto/Canadá de 30/04 a 02/05, apresentando os trabalhos desenvolvidos pelo Instituto THEM e Equipe Justiça em Circulo nos municípios de Macapá e Santana, no estado do Amapá. Participarão do Congresso Leading & Sustaining Change, promovido pelo IRPP – Instituto Internacional de Práticas Restaurativas, relatando as experiências com os projetos de implementação de Mediação e Práticas Restaurativas em parceria várias instituições do estado do Amapá: Ministério Público, Sistema Penitenciário, Tribunal de Justiça, Promotorias, Secretaria de Educação do Estado e representantes da sociedade civil.
Boa viagem e Sucesso!!


19/02/2018

Iniciou hoje, dia 19 de fevereiro o Módulo II do Curso de Formação em Justiça  Restaurativa para os professores do município de Santana, no estado do Amapá.
O projeto acontece através de uma parceria entre o Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Amapá e a Secretaria do Estado da Educação.
Violeta Daou e Célia Bernardes , especialistas e Justiça Restaurativa do Instituto THEM, coordenam os trabalhos….


Educadores de Santana iniciam 1ª etapa do curso de capacitação em justiça restaurativa

Nesta segunda-feira (22), no prédio do SENAC de Santana, iniciou o primeiro módulo de capacitação para 100 profissionais da rede estadual de educação em justiça restaurativa. Com a formação, os educadores se tornarão multiplicadores das técnicas para outros profissionais da educação do município.

O curso faz parte de um convênio firmado entre o Tribunal de Justiça do Amapá, Ministério Público e Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação, em dezembro de 2017. Cada ente integrante do acordo se responsabilizará por um módulo do curso, que tem previsão de ser realizado em três meses. Esta primeira etapa é de responsabilidade do TJAP e vai até sexta-feira (26).

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Violeta Daou e Célia Bernardes são as instrutoras convidadas para ministrarem as três etapas da formação. Elas são as especialistas em práticas restaurativas pelo Instituto THEM (Transformação Humana em Educação e Mediação).

Santana foi a cidade escolhida para receber o projeto piloto, por ser o município pioneiro na aplicação de práticas de Justiça restaurativa. Após a conclusão da formação o objetivo é expandir a iniciativa para todo o estado do Amapá.

De acordo com a titular do Juizado de Infância e Juventude da Comarca de Santana, juíza Larissa Noronha Antunes, na sua unidade e mais no Juizado Especial da Violência Doméstica, onde as práticas restaurativas são aplicadas no âmbito do Judiciário, notou-se a diminuição de processos novos. De 2015 a 2016 a redução foi de 10% e de 2016 a 2017 alcançou 15%.

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“Isso significa que as instituições estão funcionando adequadamente e que a escola está mais autônoma e consegue resolver as questões dentro do seu próprio âmbito. Eu atribuo esta queda do número de processos às práticas restaurativas dentro das instituições. As pessoas estão se apropriando dessa metodologia e conseguem resolver os seus conflitos fazendo com que não acentuem, não havendo então a necessidade de bater na porta do Ministério Público e do Judiciário”, considerou a magistrada.

-Macapá, 23 de janeiro de 2018-

Assessoria de Comunicação Social
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